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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Deus Pai criador do céu e da terra.

Claro que só posso estar falando de Rá, o deus-sol que fez o mundo e que o governa durante o dia, desde o nascente até o poente. E a semelhança do deus cristão, que possui vários nomes, Yahweh, Elohym, El-Shaday, Adonay. Rá também é chamado de diferentes maneiras durante o dia, Kepri (ao amanhecer), Rá (ao meio dia) e Amon-Rá (durante o poente) e Aton (disco solar).
Rá foi o grande deus cultuado pelos egípcios da XVIII dinastia, aquele que libertou os egípcios dos hicsos (palestinos que dominaram o Egito). Foi Rá quem concebeu a faraôna Hapshetsut.
Rá é o grande Deus Pai, criador dos deuses e dos homens. Assim, temos um criador e pai de todos, o deus egípcio Rá.
Rá não era o único deus do Egito, assim como outras religiões politeístas, por isso, das diversas dinastias no Egito, os devotos de rá, muitas vezes, disputaram com outros devotos de outros deuses. Mas a construção doutrinária em torno de Rá o colocava como superioridade. Todos os demais deuses não escapavam de um fato que só Rá possuía, sua identidade com o sol. Assim, todos os deuses do Egito estavam abaixo de Rá, eram por ele iluminados.

Salve Rá, o Deus Pai criador do céu e da terra.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Agora eu compreendo a inquisição

Nã-nã-ni-nã-não!!!
Não é uma explicação sobre a inquisição medieval, mas um pensamento sobre o que tornou possível que pessoas, de uma religião fundada por um mestre que falou de amor, pudesse provocar tanta morte e tormentos à humanidade.
O que levou os líderes da religião cristã a julgar a conduta moral dos povos, conduzindo-os a uma série de tormentos para moldar suas vidas de acordo com regras fixas e ditatoriais? Resposta, a Fé. A fé em ensinos dogmáticos de uma verdade absoluta. A fé imposta por uma retórica pautada em normas ascetas (menosprezo pelos prazeres do corpo) de vida.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Oração ao deus desconhecido


Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para
frente uma vez mais, elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de
quem eu fujo.
A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares
festivos para que, em Cada momento, Tua voz me pudesse chamar.
Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras:
"Ao Deus desconhecido”.
Seu, sou eu, embora até o presente tenha me associado aos
sacrílegos.
Seu, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo.
Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servi-lo.
Eu quero Te conhecer, desconhecido.
Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida.
Tu, o incompreensível, mas meu semelhante, quero Te conhecer,
quero servir só a Ti.
[Friedrich Nietzsche]
Uma tradução feita por Leonardo Boff de uma oração escrita por
Nietzsche.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

O Cristo de João Dias de Araújo


Meu Cristo é um Cristo vivo
Que passa levantando o pó vermelho
Nas Galileias do meu coração.
O Jesus que caminha nos meus mares;
Nas praias tropicais dos meus pezares
Nas montanhas azuis da minha solidão.
Ele entra nos meus templos orgulhosos
Empunhando o chicote de juiz.
Entra nas minhas tempestades fortes
Concedendo-me a santa diretriz.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Carnaval, o pecado da desigualdade

“Ai dos opressores” Zacarias 3.1
Será que o cristão não deve curtir o carnaval por ser uma festa, o que há de mal em festas? Engana-se quem pensa que cristão não pode participar de festas, pois não há, nas Escrituras, proibição às festas. Mas o problema do carnaval é por causa de tudo que está a sua volta, toda injustiça, corrupção, imoralidade e violência.
Nesta festa, a família é desrespeitada, pessoas se veem livres das normas conjugais para adulterar, promovem o sexo desregrado como válvula de escape do que não fazem no dia a dia.
Nesta festa, a paz é uma demagogia de ignorantes ou hipócritas, cantores aparecem na TV condenando a pedofilia, embriaguez e violência. Eles seriam muito burros sem não soubessem que o carnaval é a festa para desobedecer as exigências sociais.
Nessa festa vemos uma grande circulação de dinheiro, que dizem aliviar a vida financeira do Brasil. Contudo, esse dinheiro está circulando entre as industrias de bebida, empresas de bloco de carnaval (que muitos baianos sabem, que elas são máquinas de dinheiro), além do dinheiro que as redes de televisão arrecadam para si.
Para coroar o carnaval de 2012, a mídia falará que tudo é festa e alegria. Agora ninguém lembrará que o carnaval carioca tem envolvimento com o criminoso jogo do bicho. Tentarão esquecer que os policiais lutaram por melhores salários na Bahia, e que durante a greve o governo só tinha preocupação de aliviar os carnavalescos de que eles teriam uma festa, jogando para baixo do tapete o descaso com os PMs.
Carnaval é uma festa opressora. Oprime o amor familiar, a fraternidade humana, a justiça e a moralidade social; como cristãos, não podemos aceitar isso. Somos a favor de festas de alegria, mas uma alegria de respeito ao próximo. Vamos festejar nosso compromisso com o que é fraterno, vamos celebrar, pois lutamos contra as injustiças.